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Melhorar o nível de escolaridade da mãe reduz o risco de mortalidade infantil, sendo os filhos de mães que apenas concluíram o ensino fundamental, aqueles que têm maior probabilidade de morrer durante o primeiro ano de vida. A razão de mortalidade materna, que é um indicador que permite conhecer o acesso, a capacidade de resposta e a equidade dos planos de saúde, diminuiu mais da metade no período 2000-2015. No entanto, a mortalidade materna continua apresentando distribuição desigual, afetando principalmente populações com condições sociais mais desfavorecidas e com menos oportunidades de acesso aos serviços de saúde, e o trabalho deve continuar a fortalecer o acesso ao pré-natal, parto e puerpério. A redução global evidenciada pode ser explicada pelo fato de que a mortalidade materna é uma prioridade na agenda de saúde pública do Peru; em que foram desenvolvidas intervenções que melhoraram o manejo da gravidez, parto e puerpério, que envolveu a participação da comunidade por meio da capacitação de agentes comunitários de saúde, parteiras e promotores de saúde. Da mesma forma, o percentual de atendimento pré-natal por profissional de saúde qualificado aumentou de 82 para 98,1% no período 2000-2018, com maior aumento nas áreas rurais. O percentual de entrega institucional também aumentou de 81,3 para 92,7% no período 2009-2018. A mortalidade materna é um problema complexo, influenciado por outros fatores, como a escolaridade das mulheres, e o trabalho deve continuar a ser feito para fortalecer a igualdade de oportunidades para as mulheres em nosso país.